Essas são as minhas poesias, feitas há tempos, de tempos em tempos, que compilei em um livro, ainda não publicado, por ora chamado de Versos Primos. São de Preto, porque são minhas, Preto Moraes. São de preto,porque sou negro. São de preto, porque me cai bem seja como for, porque me lembra quem sou. São de preto mas são multicores
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Molhado
Esfrego as minhas mãos pelo rosto coço e aperto meus olhos primeiro um em seguida, o outro e depois do depois, ambos sustento a minha capeça pelas mãos é o dia que pesa levanto bocejos molho meus olhos passo a vista pelo imediato e recuso-me
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