Essas são as minhas poesias, feitas há tempos, de tempos em tempos, que compilei em um livro, ainda não publicado, por ora chamado de Versos Primos. São de Preto, porque são minhas, Preto Moraes. São de preto,porque sou negro. São de preto, porque me cai bem seja como for, porque me lembra quem sou. São de preto mas são multicores
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
retorno
Diante da unidade
Imerso no todo do instante
agarro-me à duração
desintegro na sensação
mas, logo, disperso
volto à ilusão
cedo à razão
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