Essas são as minhas poesias, feitas há tempos, de tempos em tempos, que compilei em um livro, ainda não publicado, por ora chamado de Versos Primos. São de Preto, porque são minhas, Preto Moraes. São de preto,porque sou negro. São de preto, porque me cai bem seja como for, porque me lembra quem sou. São de preto mas são multicores
sábado, 2 de junho de 2007
como um porre
um vento percorre ventila meios escapa entre anseios
um vento vem não sei de onde e tira de mim o sustento resvalo num porre
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